🚀 A OpenAI abandona o GPT-5.2 após uma emergência interna de "código vermelho".
A OpenAI lançou o GPT-5.2, apresentando-o como mais preciso em raciocínio geral, programação e trabalho com contexto extenso — basicamente, aquelas tarefas que começam a parecer mágicas… até que deixam de parecer. A impressão geral é: menos threads abandonadas, mais energia para “terminar o projeto inteiro”.
Eles também o apresentaram como mais útil para tarefas reais de negócios, como criar planilhas e apresentações, além de lidar com fluxos de trabalho de várias etapas sem tropeçar no meio do caminho. E sim, claramente faz parte da narrativa de "por favor, não deixem a Gemini nos roubar a cena" - mesmo que a OpenAI diga que o pânico foi um pouco exagerado.
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🎬 A Disney investe US$ 1 bilhão na OpenAI e licencia Star Wars/Marvel/Pixar para o Sora
A Disney está investindo US$ 1 bilhão na OpenAI e permitindo que a empresa use personagens importantes dentro do Sora para geração de vídeos com inteligência artificial. Isso é... enorme, sinceramente — é como se Hollywood estivesse entrando na piscina com cautela, mas ainda segurando firme no corrimão.
O acordo inclui salvaguardas (proibição de “situações inapropriadas”) e evita especificamente o uso da imagem ou voz dos artistas. Os sindicatos reagiram com cautela, como era de se esperar, já que a remuneração e o controle criativo pairavam sobre tudo.
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🔎 O Google lança uma versão aprimorada do agente Gemini Deep Research para desenvolvedores.
O Google reformulou o Gemini Deep Research e agora o está disponibilizando para desenvolvedores por meio de uma nova API de Interações. A proposta: permitir que os aplicativos incorporem um agente de pesquisa autônomo que planeja, pesquisa, lê, preenche lacunas, pesquisa novamente… toda aquela coisa de “estagiário que nunca dorme”, só que em forma de modelo.
Eles também disponibilizaram como código aberto um benchmark chamado DeepSearchQA para medir o desempenho real dos agentes de pesquisa em tarefas complexas e com várias etapas na web. O Google afirma que ele foi ajustado para reduzir alucinações e melhorar a qualidade dos relatórios — exatamente a promessa que todos fazem, mas aqui com uma explicação mais concreta sobre avaliações.
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🇬🇧 O governo do Reino Unido e a DeepMind expandem parceria em áreas como ciência, serviços e segurança.
O Reino Unido anunciou uma nova parceria com o Google DeepMind com o objetivo de impulsionar a IA para avanços científicos, energia mais limpa e "serviços públicos mais inteligentes" - o tipo de expressão que soa entediante até o momento em que, silenciosamente, muda a forma como sua vida funciona.
O texto também menciona um laboratório de pesquisa automatizado planejado para o Reino Unido e uma relação ampliada com o Instituto de Segurança de IA do Reino Unido, o que soa como: "Sim, queremos velocidade, mas também, por favor, sem caos." Ou pelo menos é o que parece.
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🧩 As vendas de chips da Nvidia na China geram pedidos de depoimento do CEO
A senadora Elizabeth Warren pediu que o CEO da Nvidia (e o secretário de Comércio dos EUA) testemunhassem depois que o presidente Trump aprovou a venda dos chips de IA H200 da Nvidia para a China. A preocupação é com a segurança nacional, e o momento é delicado, em meio a uma repressão do Departamento de Justiça ao contrabando de chips.
A Casa Branca traçou uma linha divisória entre o contrabando ilegal e as exportações licenciadas para compradores aprovados, enquanto a Nvidia enfatizou que quaisquer vendas para a China ainda exigem licenças do governo americano e representam uma pequena parcela de seus chips avançados. Esta é uma daquelas histórias em que todos dizem "os controles estão em vigor", mas ninguém relaxa completamente.
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🤖 A 1X e a EQT planejam uma implementação massiva de robôs humanoides em fábricas e armazéns.
A empresa de robótica 1X anunciou uma parceria estratégica com a investidora EQT para disponibilizar até 10.000 robôs humanoides NEO para as empresas do portfólio da EQT. As áreas-alvo são aquelas pouco glamorosas, mas reais: logística, armazenagem, manufatura, operações de instalações e até mesmo saúde.
A ideia é apresentada como "robôs trabalhando ao lado de pessoas", não como substitutos — a clássica metáfora de "superpoderes" que é um pouco piegas, mas que... funciona. Se eles realmente conseguirem expandir as implantações com segurança, essa pode ser uma daquelas mudanças silenciosas que se tornam evidentes mais tarde.
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